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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Pottermore abriu as inscrições!


As inscrições para o Pottermore estão abertas há algum tempo, mas como eu já expliquei aqui, estava meio parada com os blogs, então não deu pra avisar assim que elas começaram... Desculpem, falha minha! >.<
Mas a quem interessar possa, já pode entrar no mundo mágico de Harry Potter!

No mais, mais nada!

domingo, 25 de março de 2012

Smoke on the Water, Fire in the Sky

Um clássico para todos os fãs do bom e velho Rock n' Roll, só pra matar a saudade... Quem nunca cantou essa no chuveiro, que atire a primeira pedra!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O Silmarillion

Finalmente, sobre O Silmarillion! \o/


Para começar, posso dizer que todos os mitos, raças e lugares de O Senhor dos Anéis e O Hobbit têm sua origem em O Silmarillion, que retrata eventos de uma época em muito anterior à ascenção de Sauron. Na verdade, a Guerra do Anel se passa na Terceira Era, mas é no Silmarillion que a criação da Terra-Média é descrita, bem como a chegada dos elfos, homens e anões. Também é narrada a guerra entre Morgoth, o primeiro Senhor do Escuro e os altos-elfos, raça da qual a temível e deslumbrante Senhora Galadriel faz parte.
O livro é formado por 5 contos que resumem toda a origem da mitologia criada por Tolkien: Ainulindalë - A Música dos Ainur, Valaquenta - Relato dos Valar, Quenta Silmarillion - A História da Silmarils (que deu origem ao nome do livro), Akallabêth - A Queda de Númenor e Dos Anéis de Poder e da Terceira Era. Vale lembrar que o livro foi escrito muito antes de O Senhor dos Anéis, com rascunhos que remontam até 1917! O.o Surpreendente, não é?


Título: O Silmarillion
Autor: J.R.R.Tolkien
Editora: Livraria Martins Fontes
Ano: 2009
Número de páginas: 460

Como eu já havia dito aqui, eu comprei num box do Submarino a coleção incluindo três volumes do Senhor dos Anéis, O Hobbit e O Silmarillion. Ainda estou devendo um post bem legal sobre o Senhor dos Anéis, mas infelizmente os livros estão emprestados e eu gosto de fazer tudo bem bonitinho, com a editora, o ano e tals e sem eles, não dá para obter essa informação... Portanto, continuem aguardando com pacientemente, porque eu posso demorar, mas não falho! ;D

Imagens: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/4/40/SilmarillionBook_LR.jpg/175px-SilmarillionBook_LR.jpg
http://i.s8.com.br/images/books/cover/img9/21564669_4.jpg

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Anjo de Pata


Carta ao ser humano:
Fui criado pelo mesmo Deus que criou você.
Sinto frio, fome, sede, medo, dor, assim como você.
Por favor, não me use para se divertir, não me exponha ao ridículo, não me humilhe, não me maltrate e nem abuse de mim.
Só o que quero é sua amizade e carinho.
Não peço que goste de mim, mas somente que me respeite.
Olhe nos meus olhos e depois olhe nos seus e verá como somos parecidos.
No meu olhar você pode ver doçura, alegria, tristeza, desespero, amor ou sofrimento, e isso eu também posso ver no seu olhar!
Por capricho do nosso Criador, não posso falar e nem me defender da brutalidade e crueldade dos seus semelhantes, mas se eu pudesse falar agora, diria a todos que eu também mereço viver e sou digno de respeito, assim como você.
Com Carinho, Anjo de Pata.

Autor Desconhecido

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Sobre o nick e otras cositas más!


O username

Então, como a Kira-chan sensatamente já comentou lá no Jujuba OneeSama, que raios de nick é esse? Eu sei, ele parece esquisito e tudo mais, mas existe uma razão para tudo isso e eu vou explicar! Em primeiro lugar, vale dizer que o Pottermore foi idealizado e projetado para ser um site seguro para qualquer idade e que mesmo entre os usuários beta, como eu, existem muitas crianças. Por isso, quando a gente faz o cadastro, o próprio site dá algumas opções de usernames para que nós possamos escolher. Os nicks são compostos de palavras que possuem relação com a série e números, dispostos aleatoriamente. Isso evita tanto que os jogadores escolham usernames que tenham qualquer conotação sexual ou nomes de personagens/atores da série.



O ano letivo e a Taça das Casas

Não tenho certeza de como funcionará, mas o Juno, meu antenado irmão e que saca tudo de internet, me disse na semana passada que o Pottermore funcionará seguindo o ano letivo de Hogwarts. É possível, uma vez que o primeiro livro abriu no dia 1º de setembro do ano passado, o mesmo dia do início das aulas... E logo que somos sorteados, Jô em pessoa nos dá as boas vindas em um vídeo e lembrando-nos de conseguir pontos e dessa forma ajudar a nossa casa a ganhar a Taça das Casas. Talvez ela seja entregue no final das "aulas", e o próximo livro seja liberado também. Mas tudo isso é só especulação, minha e do meu irmão, não tenho nenhuma fonte oficial. Assim, que eu tiver maiores informações, eu aviso! O vídeo de Rowling é esse:



Formas de Pontuar

Existem 3 formas de conseguir os pontos no Pottermore: coletando os itens ao longo dos cenários, no duelo de bruxos e preparando poções.


E de longe, as poções são o mais difícil... Dá pra entender a dificuldade do Harry e do Ron, sem mencionar que sim, o Snape é assustador! o.O
Mas não dá para sentir a emoção de ser aluno de Hogwarts só de ler, a quem interessar possa, se registrar para participar! Quando souber que o Pottermore abrir para cadastro, eu aviso! ;D

No mais, mais nada!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Trailer de O Hobbit

Finalmente saiu o primeiro trailer de O Hobbit! \o/
Todos comemoram! Eu estou super ansiosa para assistir. Quem mais vai no cinema para ver as famosas aventuras de Bilbo Bolseiro de Bolsão??

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Preparação para a Morte - Manuel Bandeira

A vida é um milagre.
Cada flor,
Com sua forma, sua cor, seu aroma,
Cada flor é um milagre.
Cada pássaro,
Com sua plumagem, seu vôo, seu canto,
Cada pássaro é um milagre.
O espaço, infinito,
O espaço é um milagre.
A memória é um milagre.
A consciência é um milagre.
Tudo é milagre.
Tudo, menos a morte.
- Bendita a morte, que é o fim de todos os milagres.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

The Raven

Trago hoje The Raven, famoso poema do mestre Allan Poe. Espero que gostem!


O Corvo - Edgar Allan Poe
Tradução: Machado de Assis


Em certo dia, à hora, à hora
Da meia-noite que apavora,
Eu, caindo de sono e exausto de fadiga,
Ao pé de muita lauda antiga,
De uma velha doutrina, agora morta,
Ia pensando, quando ouvi à porta
Do meu quarto um soar devagarinho,
E disse estas palavras tais:
"É alguém que me bate à porta de mansinho;
Há de ser isso e nada mais."

Ah! bem me lembro! bem me lembro!
Era no glacial dezembro;
Cada brasa do lar sobre o chão refletia
A sua última agonia.
Eu, ansioso pelo sol, buscava
Sacar daqueles livros que estudava
Repouso (em vão!) à dor esmagadora
Destas saudades imortais
Pela que ora nos céus anjos chamam Lenora.
E que ninguém chamará mais.

E o rumor triste, vago, brando
Das cortinas ia acordando
Dentro em meu coração um rumor não sabido,
Nunca por ele padecido.
Enfim, por aplacá-lo aqui no peito,
Levantei-me de pronto, e: "Com efeito,
(Disse) é visita amiga e retardada
Que bate a estas horas tais.
É visita que pede à minha porta entrada:
Há de ser isso e nada mais."

Minh'alma então sentiu-se forte;
Não mais vacilo e desta sorte
Falo: "Imploro de vós, — ou senhor ou senhora,
Me desculpeis tanta demora.
Mas como eu, precisando de descanso,
Já cochilava, e tão de manso e manso
Batestes, não fui logo, prestemente,
Certificar-me que aí estais."
Disse; a porta escancaro, acho a noite somente,
Somente a noite, e nada mais.

Com longo olhar escruto a sombra,
Que me amedronta, que me assombra,
E sonho o que nenhum mortal há já sonhado,
Mas o silêncio amplo e calado,
Calado fica; a quietação quieta;
Só tu, palavra única e dileta,
Lenora, tu, como um suspiro escasso,
Da minha triste boca sais;
E o eco, que te ouviu, murmurou-te no espaço;
Foi isso apenas, nada mais.

Entro coa alma incendiada.
Logo depois outra pancada
Soa um pouco mais forte; eu, voltando-me a ela:
"Seguramente, há na janela
Alguma cousa que sussurra. Abramos,
Eia, fora o temor, eia, vejamos
A explicação do caso misterioso
Dessas duas pancadas tais.
Devolvamos a paz ao coração medroso,
Obra do vento e nada mais."

Abro a janela, e de repente,
Vejo tumultuosamente
Um nobre corvo entrar, digno de antigos dias.
Não despendeu em cortesias
Um minuto, um instante. Tinha o aspecto
De um lord ou de uma lady. E pronto e reto,
Movendo no ar as suas negras alas,
Acima voa dos portais,
Trepa, no alto da porta, em um busto de Palas;
Trepado fica, e nada mais.

Diante da ave feia e escura,
Naquela rígida postura,
Com o gesto severo, — o triste pensamento
Sorriu-me ali por um momento,
E eu disse: "O tu que das noturnas plagas
Vens, embora a cabeça nua tragas,
Sem topete, não és ave medrosa,
Dize os teus nomes senhoriais;
Como te chamas tu na grande noite umbrosa?"
E o corvo disse: "Nunca mais".

Vendo que o pássaro entendia
A pergunta que lhe eu fazia,
Fico atônito, embora a resposta que dera
Dificilmente lha entendera.
Na verdade, jamais homem há visto
Cousa na terra semelhante a isto:
Uma ave negra, friamente posta
Num busto, acima dos portais,
Ouvir uma pergunta e dizer em resposta
Que este é seu nome: "Nunca mais".

No entanto, o corvo solitário
Não teve outro vocabulário,
Como se essa palavra escassa que ali disse
Toda a sua alma resumisse.
Nenhuma outra proferiu, nenhuma,
Não chegou a mexer uma só pluma,
Até que eu murmurei: "Perdi outrora
Tantos amigos tão leais!
Perderei também este em regressando a aurora."
E o corvo disse: "Nunca mais!"

Estremeço. A resposta ouvida
É tão exata! é tão cabida!
"Certamente, digo eu, essa é toda a ciência
Que ele trouxe da convivência
De algum mestre infeliz e acabrunhado
Que o implacável destino há castigado
Tão tenaz, tão sem pausa, nem fadiga,
Que dos seus cantos usuais
Só lhe ficou, na amarga e última cantiga,
Esse estribilho: "Nunca mais".

Segunda vez, nesse momento,
Sorriu-me o triste pensamento;
Vou sentar-me defronte ao corvo magro e rudo;
E mergulhando no veludo
Da poltrona que eu mesmo ali trouxera
Achar procuro a lúgubre quimera,
A alma, o sentido, o pávido segredo
Daquelas sílabas fatais,
Entender o que quis dizer a ave do medo
Grasnando a frase: "Nunca mais".

Assim posto, devaneando,
Meditando, conjeturando,
Não lhe falava mais; mas, se lhe não falava,
Sentia o olhar que me abrasava.
Conjeturando fui, tranqüilo a gosto,
Com a cabeça no macio encosto
Onde os raios da lâmpada caíam,
Onde as tranças angelicais
De outra cabeça outrora ali se desparziam,
E agora não se esparzem mais.

Supus então que o ar, mais denso,
Todo se enchia de um incenso,
Obra de serafins que, pelo chão roçando
Do quarto, estavam meneando
Um ligeiro turíbulo invisível;
E eu exclamei então: "Um Deus sensível
Manda repouso à dor que te devora
Destas saudades imortais.
Eia, esquece, eia, olvida essa extinta Lenora."
E o corvo disse: "Nunca mais".

“Profeta, ou o que quer que sejas!
Ave ou demônio que negrejas!
Profeta sempre, escuta: Ou venhas tu do inferno
Onde reside o mal eterno,
Ou simplesmente náufrago escapado
Venhas do temporal que te há lançado
Nesta casa onde o Horror, o Horror profundo
Tem os seus lares triunfais,
Dize-me: existe acaso um bálsamo no mundo?"
E o corvo disse: "Nunca mais".

“Profeta, ou o que quer que sejas!
Ave ou demônio que negrejas!
Profeta sempre, escuta, atende, escuta, atende!
Por esse céu que além se estende,
Pelo Deus que ambos adoramos, fala,
Dize a esta alma se é dado inda escutá-la
No éden celeste a virgem que ela chora
Nestes retiros sepulcrais,
Essa que ora nos céus anjos chamam Lenora!”
E o corvo disse: "Nunca mais."

“Ave ou demônio que negrejas!
Profeta, ou o que quer que sejas!
Cessa, ai, cessa! clamei, levantando-me, cessa!
Regressa ao temporal, regressa
À tua noite, deixa-me comigo.
Vai-te, não fique no meu casto abrigo
Pluma que lembre essa mentira tua.
Tira-me ao peito essas fatais
Garras que abrindo vão a minha dor já crua."
E o corvo disse: "Nunca mais".

E o corvo aí fica; ei-lo trepado
No branco mármore lavrado
Da antiga Palas; ei-lo imutável, ferrenho.
Parece, ao ver-lhe o duro cenho,
Um demônio sonhando. A luz caída
Do lampião sobre a ave aborrecida
No chão espraia a triste sombra; e, fora
Daquelas linhas funerais
Que flutuam no chão, a minha alma que chora
Não sai mais, nunca, nunca mais!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Filtro Solar - Pedro Bial

Um belo texto de alguém que já foi um dos melhores jornalistas do país, Pedro Bial...


Pare e pense um pouco sobre as grandes verdades e belos conselhos que ele nos dá... E não esqueça de ver a beleza do mundo ao seu redor...

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Stay Near You

"I want to fly away, far away from here" - Aerosmith


I want to fly away, so away from here
And stay near you...

Every night I dream with you
Every touch your lips makes me die a little death
You hold me and brings me back to life...

Stay with me one more time!

Now I see the blood rivers,
but you're my peace...
You, only you!

Say that things and makes me laugh again...

Look in my eyes,
and I'll be lost in your world...

Now I see the blood rivers,
but you aren't here!

I want to fly,
fly away...
Away from here,
of the blood rivers!

I just wanna fly away, so away from here
And stay near you!
Only you, one more time!


Juliane de Oliveira